Qual o momento mais adequado para usar a reserva de oportunidades, como identificar uma, e quais critérios de valor vocês utilizam?

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Olá,

Sempre vejo pessoas do meio financeiro adeptas à reserva de oportunidades. Porém não vejo uma explicação detalhada de como lidar com ela. Assim sendo, tenho algumas dúvidas:
1 – Sou assinante Suno Renda variável e, nas minha carteiras recomendadas, sempre há uma opção abaixo do preço teto recomendado (nesse momento tem uma opção com o preço 38% abaixo), isso por si só já não caracteriza uma oportunidade? Se sim, por que fazer a reserva de oportunidade, para oportunidades `maiores`?
2 – Tendo uma reserva de oportunidades já formada, quais critérios vocês usam para identificar uma boa oportunidade para aplicar usando a reserva?
3 – Avistando uma boa oportunidade, qual critério utilizado para definir o valor do aporte? Toda a reserva, 50%, 25%, depende do ativo, etc?

Obrigado desde já!

Aprendiz Perguntado em em 19 de setembro de 2019
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4 Resposta(s)
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Melhor resposta
Já fiz esta pergunta e tenha essa dúvida também. Ao fim e ao cabo, não existe certo e errado. É uma questão de tática. É pessoal. 
Dois caminhos: abaixar gradualmente o PM ou esperar quedas maiores para aportar mais maciçamente. 
Eu tendo a usar parte pequena da reserva para melhorar meu PM e mantenho o grosso para eventuais quedas mais acentuadas. Para mim, acima de 5%/dia já configura o direito de usar o caixa. Mas é preciso olhar caso a caso 
Investidor Respondido em 25 de setembro de 2019.
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Complementando, pois não tinha visto toda sua pergunta:

 

1) Configura. É justamente por isso que algumas pessoas não possuem reserva/caixa. Ainda assim, ter caixa faz sentido, se espera-se oportunidades melhores, neste ou noutro papel.

 

2) Em primeiro lugar, estar abaixo do meu PM ou ter chegado bem perto dele, diminuindo a diferença em mais de 5%. Ex: ação tava 20, caiu pra 19 em um único pregão. Tendo a usar o caixa para aportar.

 

3) Depende do ativo e do momento, mas, via de regra, não aloco mais de 20% da reserva em um único ativo ou de uma única vez. Sempre podem surgir novas oportunidades, neste ou noutro papel.

Investidor Respondido em 25 de setembro de 2019.
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Essa questão é muito pessoal, mas vou te dar algumas sugestões.
Vc pode colocar metas.
Ex: Caso minha carteira caia 10% aporto 20% da reserva. Em quedas de 30% farei aportes de 50% da minha reserva. Para quedas de 50% aporto 100% da reserva…
E a outra opção é ir balanceando
Ex; digamos que vc estipule ter 50% em RF e RV. Se sua carteira de ações cais 10 % vc vai tirar 5% da renda fixa e colocar na RV, assim volta a ter 50% em cada

Experiente Respondido em 25 de setembro de 2019.
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Obrigado pelas respostas alexsevero e Andre Cruz.  Não tinha me atentado que o tópico havia sido respondido, só reparei hoje navegando pela plataforma.

Mas enfim, minha tática que acabei adotando está meio que uma mescla das suas respostas.

Quando há uma queda mais acentuada eu retiro uma parte de reserva para comprar a ação e melhorar o PM, como o Alex mencionou.  Para o valor do aporte, eu adotei a estratégia do balanceamento, tentando manter uma proporção de 25% de reserva e 75% ações + fiis, assim como o Andre sugeriu.

Aprendiz Respondido em 13 de dezembro de 2019.
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