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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.
    A Klabin é uma marca centenária, com
    mais de 120 anos de história, e pertence ao grupo controlador da Companhia.
    Desde meados de 1990, celebramos um acordo de cessão de uso de marca com o
    grupo controlador que também é dono dessa marca. Esse acordo sempre teve todo a
    transparência adequada nos termos da regulação pertinente – está disponível em
    nosso Formulário de Referência e na nota explicativa de Transações com Partes
    Relacionadas nos nossos demonstrativos contábeis. Portanto, todo investidor ao
    investir em qualquer valor mobiliário emitido pela Klabin teve acesso a essas
    informações em seu processo de tomada de decisão. 
    O contrato de cessão de uso da marca
    é um contrato válido do ponto de vista legal. Utilizamos uma série de marcas,
    inclusive a marca Klabin Institucional, com a contrapartida de remunerar os
    detentores da marca com royalties equivalentes a 1,36% da receita líquida de
    cartões e caixa de papelão ondulado. 
    Acreditamos que a alternativa de
    maior interesse aos nossos acionistas, sejam eles controladores ou
    minoritários, é através da compra e cancelamento do contrato.  
    Chamamos uma Assembléia no primeiro
    semestre, em que apenas os acionistas não conflitados iriam votar, que acabou
    sendo cancelada. Em maio, foi eleito um novo Conselho de Administração com uma
    nova composição. Foi criado um comitê independente, formado apenas por
    conselheiros independentes, que está avaliando o tema e irá fazer uma proposta
    ao Conselho de Administração tão logo sejam concluídas as análises. Assim que
    tivermos novidades, manteremos o mercado tempestivamente informado. 
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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.

    O projeto está dividido em duas etapas, uma para cada máquina de papel. O início das operações da primeira máquina está previsto para mai/21 e da segunda para mai/23.

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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.

    Em minha opinião: flexibilidade de fibras (fibra curta – eucalipto/fibra longa- pinus) que trás (i) flexibilidade de produtos e (ii) flexibilidade de mercados, promovendo resiliência de resultados; baixo custo, oriunda principalmente de florestas que são referência mundial e a qualidade dos ativos industriais, que nos trás competitividade; tecnologia no desenvolvimento de produtos e processos, que nos coloca na vanguarda da indústria – vide o projeto Puma II que irá produzir o primeiro kraftliner 100% a base de fibra curta no mundo. 

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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.
    Parte do nosso portfólio de produtos já destinado à substituição de plástico. Cito como exemplo nosso papel cartão carrier board, que é utilizado para embalagem de bebidas carbonatadas. 
    Temos algumas linhas de pesquisa dedicadas em “bio barreiras”, para aumentar ainda mais o uso de papel como alternativa ao plástico. O papel é um componente com uma pegada muito sustentável, pois é reciclável e biodegradável. 
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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.
    Nosso horizonte de investimento enquanto Companhia é de longo prazo. Estamos olhando 50, 60, 70 anos pra frente.
    O Projeto Puma II possui grandes diferenciais e acreditamos na geração de valor ao longo do tempo. Nossos modelos financeiros nos mostram que existe geração de valor para Companhia, e portanto para nossos acionistas, com a implementação do projeto.
    Apesar da recente queda de preços, acreditamos nos fundamentos de longo prazo para o projeto. A demanda por papéis para embalagem é crescente, e deve continuar crescendo nos próximos anos. Existe um crescimento orgânico esperado para papéis para embalagens, e ainda vemos fatores que podem ser impulsos adicionais, tais como substituição do plástico ou mesmo uma expansão do consumo de embalagens por ecommerce. Do ponto de vista de oferta, existe escassez de florestas competitivas no mundo para instalação de uma operação desse porte.
    Acreditamos que as principais alavancas de valor desse projeto estão em seu baixo custo caixa de produção, que deverá ser referência mundial, e portanto isso pode suportar seu valor ao longo dos diferentes ciclos econômicos. 
    O projeto abre ainda, do ponto de vista estratégico, novas rotas de crescimento futuro para Klabin. Por exemplo, a maior capacidade em papel pode abrir espaço para avaliarmos aumentar a nossa integração em embalagem no futuro. 
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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.
    Caio, a maioria dos relatórios do setor são de consultorias especializadas e, portanto, teriam que ser comprados porque envolvem direitos autorais. 
    Recomendo uma visita em nosso site de RI. Ali você encontrar algumas coisas.
    Em especial, a seção de perguntas e respostas : http://ri.klabin.com.br/servicos-aos-investidores/perguntas-frequentes
    Sugiro visitar também nossa apresentação institucional, em que tentamos colocar uma pincelada de oferta e demanda nos principais mercados de atuação da Klabin: http://ri.klabin.com.br/divulgacoes-e-resultados/apresentacoes-institucionais-e-eventos
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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.
    A Klabin é uma marca centenária, com mais de 120 anos de história, e pertence ao grupo controlador da Companhia. Desde meados de 1990, celebramos um acordo de cessão de uso de marca com o grupo controlador que também é dono dessa marca. Esse acordo sempre teve todo a transparência adequada nos termos da regulação pertinente – está disponível em nosso Formulário de Referência e na nota explicativa de Transações com Partes Relacionadas nos nossos demonstrativos contábeis. Portanto, todo investidor ao investir em qualquer valor mobiliário emitido pela Klabin teve acesso a essas informações em seu processo de tomada de decisão. 
    Dito isso, vale ressaltar que temos uma visão diferente quanto aos nosso produtos serem commoditizados. Concordamos que celulose branqueada é uma commodity, porém acreditamos que produtos tais como papel cartão, caixa de papelão ondulado, sacos industriais, entre outros, estão longe de ser commodity. Em teoria, para ser commodity o produto precisa ser homogêneo. Papel cartão, por exemplo, exige um rigor técnico e passa por processo de homologação no cliente que chega a durar mais de 1 ano. Portanto, no nosso entendimento, não é commodity.
    O contrato de cessão de uso da marca é um contrato válido do ponto de vista legal. Utilizamos uma série de marcas, inclusive a marca Klabin Institucional, com a contrapartida de remunerar os detentores da marca com royalties equivalentes a 1,36% da receita líquida de cartões e caixa de papelão ondulado. 
    Acreditamos que a alternativa de maior interesse aos nossos acionistas, sejam eles controladores ou minoritários, é através da compra e cancelamento do contrato. Trocar a marca acarreta em custos de estruturar uma nova marca, que não são baratos, além de envolver grandes riscos na nossa visão. Por exemplo, acreditamos que em um ciclo de investimento como o Puma II, o foco da gestão deve estar em implementar o projeto da melhor forma possível. Incluir um processo de mudança de marca nesse momento trás consigo o risco de dispersão. 
    Chamamos uma Assembléia no primeiro semestre, em que apenas os acionistas não conflitados iriam votar, que acabou sendo canceladas. Em maio, foi eleito um novo Conselho de Administração com uma nova composição. Foi criado um comitê independente, formado apenas por conselheiros independentes, que está avaliando o tema e irá fazer uma proposta ao Conselho de Administração tão logo sejam concluídas as análises. Assim que tivermos novidades, manteremos o mercado tempestivamente informado. 
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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.

    Infelizmente não podemos opinar sobre preço de ações. Essa análise fica a cargo de cada investidor. Caso tenha dúvidas sobre a Klabin e seu modelo de negócios, estamos aqui para te ajudar a tomar sua decisão. 

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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.
    Os negócios de celulose e papel são mercados globais e, portanto, a concorrência é em nível global. Alguns desses concorrentes estão localizados no Brasil, como por exemplo a Suzano, maior produtor mundial de celulose de fibra curta.
    Olhando para o mercado doméstico, estamos falando principalmente de concorrência em embalagens de papelão ondulado e sacos industriais.
    Em papelão ondulado é um mercado bastante pulverizado, os maiores atuantes desse mercado são Klabin, WestRock, International Paper, Irani, Trombini, Penha, Smurfit Kappa, entre outros. 
    Em sacos industriais, os principais produtores são Klabin, Iguaçu, Primo Tedesco e Trombini. 
    São mercados disputados e a “briga” por market share é diária. Porém, a Klabin destaca-se por ser um produtor bastante tradicional (são mais de 120 anos de história), com qualidade diferenciada em produtos, nível de serviço e desenvolvimento tecnológico. Atualmente, somos líderes de market share em todos esses mercados.
    Para manter essa liderança, estamos constantemente investindo em tecnologia nos produtos.
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  • Investidor Perguntado em 6 de novembro de 2019 Ações.

    Acredito que a pergunta foi sobre o indicador “Dívida Bruta / Patrimônio Líquido”, por favor fique a vontade para me corrigir se não for isso. 

    Preparamos nossa estrutura de financiamento para a implementação do Projeto Puma II. Nesse momento, estamos com uma posição de caixa muito alto, que você acaba não captando quando olha esse indicador isoladamente. 
    Como falei em uma das perguntas abaixo, estamos em um ciclo de investimentos e nossa alavancagem irá aumentar. É parte do jogo se alavancar durante expansão de capacidade em uma indústria intensiva de capital – e não é necessariamente ruim, estamos aumentando o endividamento para aumentar a capacidade produtiva e gerar mais fluxo de caixa no futuro. 
    Fizemos um extenso trabalho de gestão da dívida, no qual alongamos bastante nossos vencimentos mantendo o custo de dívida estável. Portanto, apesar do aumento da alavancagem financeira, nunca estivemos em uma posição tão robusta de liquidez. 
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